Pastoral Familiar
Breve histórico da Pastoral Familiar na Diocese de Luz
Dia 15 de setembro de 1993 foi apresentado em nossa Diocese as primeiras orientações pastorais para a Pastoral Familiar.Este subsídio iria servir como introdução da Pastoral Familiar em nossa Diocese.
Palavras do Bispo coadjutor Eurico dos Santos Veloso.
Apresentação: "Aos Sacerdotes, aos Párocos de um modo especial, aos Diáconos, Religiosos e Leigos, principalmente aos Agentes da Pastoral, entregamos este subsídio que servirá como introdução à Pastoral Familiar.O amadurecimento deve surgir aos poucos, pela experiência nas bases e nas mais diversas circunstâncias.Do que fizermos, hoje, em favor do Lar, do amor conjugal, do diálogo entre pais e filhos, da família sob seus variados aspectos, depende a grande Família de Deus."Acreditamos que a família se situa no centro da história da criação, e a vida no mundo depende dela em primeiro lugar".(doe.38 -CNBB-pág.143)Ela continua sendo a nossa maior esperança e, ao mesmo tempo, a máxima preocupação.
"Em 1995, foi despertada em nossa Diocese a necessidade de melhor organização e sistematização dos trabalhos pastorais, especificamente da Pastoral Familiar.Dom Eurico dos Santos Veloso, implantou a Pastoral Familiar na Diocese de Luz e deu total apoio de 1995 a 2002. Neste contexto, no dia 11 de março de 1995, realizou-se a segunda reunião da equipe diocesana, sendo Pe Agostinho Carlos Oliveira, Coordenador Diocesano de Pastoral, foi reafirmada a eleição de Amélia de Fátima Gontijo para secretária, e segundo secretário Marcos Roberto Ruas, e a Coordenação Diocesana ficou com o casal Osvaldo Pereira e Marlene Aparecida Cardoso. Foi registrada também a participação de Monsenhor Olavo Jacinto como Assessor Diocesano da Pastoral Familiar. Com fiel convicção de que a família é o lugar e o momento onde se aprende os outros quatro tipos de amor: paternal, filial, fraterno e conjugal; Monsenhor Olavo afirmou que o desafio é o amor, tanto para a família como para as pessoas comuns. Este registro se encontra no livro de atas da Pastoral Familiar nas páginas l e 2. Osvaldo e Marlene estiveram na Coordenação Diocesana da Pastoral Familiar até o dia 20 de março de 1999, quando então pediram afastamento do cargo, o qual foi aceito, e em seguida fizeram a nomeação do novo Coordenador Diocesano, sendo eleito José Gonçalves e Cleusa Dias Teixeira. A partir do ano de 1999, a Pastoral Familiar ficou sendo Prioridade das Prioridades, dentro da nossa Diocese.No Boletim do Clero, Informativo Geral da Diocese de Luz, n°.056 (01/02/99), Dom Eurico ressaltou:"A Pastoral Familiar, na Diocese de Luz, somente poderá lograr êxito na medida em que puder contar com a adesão plena, e inquestionável dos párocos, das famílias e dos casais, para que todos sejam evangelizados e se transformem também em agentes ativos de evangelização".Em 2002, Dom José Martins, assumiu a Diocese como administrador diocesano e continuou incentivando e apoiando esta pastoral.Em 2003, Dom António Carlos Félix tomou posse como Bispo de nossa Diocese de Luz, tornando fundamental a articulação da Pastoral Familiar com as demais.Palavras de Dom Félix:"A Pastoral Familiar abarca a família na situação real, em todos os seus aspectos e se dirige a todos os tipos de família: as regularmente constituídas como também as que se encontram em alguma situação de irregularidade. A todas, quaisquer que sejam a realidade e as circunstâncias em que se encontrem, a Igreja, por meio da Pastoral Familiar, deseja levar palavras e gestos de apoio, acolhida, orientação e conversão, sempre animada e impulsionada pelo espírito missionário do Bom Pastor".Em novembro de 2003 Pé João Bosco da Silva assumiu como novo Assessor Diocesano. Amigo, companheiro, fiel, confiante nos trabalhos desenvolvidos pela Pastoral Familiar, fortaleceu muito os ideais e valores da família. Pé João dizia que enquanto tivermos força em nosso peito, haveremos de batalhar para que a família exista, seja espaço de construção, seja lugar onde Deus possa morar e se manifestar.Em novembro de 2005, precisamente no dia 26, Pé Ivanildo Rodrigues de Miranda, assumiu como novo Assessor Diocesano da Pastoral Familiar substituindo Pé João Bosco que pediu para se afastar. Confiante de que só fortalecendo a identidade da Família Cristã é que podemos resgatar na sociedade em que vivemos a dignidade das pessoas, e de modo muito particular as famílias de nossa Diocese; Pé Ivanildo é o nosso atual Assessor e é por nós muito respeitado. Nessa mesma data (novembro de 2005), José Gonçalves e Cleusa deixaram a Coordenação Diocesana dizendo que nenhuma fadiga é vã quando existe o segredo de um impulso generoso e alegre, a serviço do Reino de Deus, mas após seis anos e meio dos quais na Coordenação Diocesana, sentiram que já seria o momento de transição e indicaram Enio e Maria Aparecida que eram vice-coordenadores para os substituírem.E este casal são os nossos Coordenadores Diocesanos. Amantes da Pastoral Familiar, dedicados e competentes. Dizem não existir porto mais seguro, mais firme que a família. Contam com o apoio da Comissão Diocesana, e são por nós muito amados. Juntos formamos uma grande família, uma comunidade de amigos, prontos para enfrentarmos os desafios e celebrarmos as vitórias.Queremos também ressaltar a preciosidade para o crescimento da Pastoral Familiar, o apoio e incentivo de Pé António Campos (popularmente Pé Tonhão) que foi o Coordenador Diocesano de Pastoral de 1998 a 2004, quando então assumiu o nosso querido Pé Flávio Luís Rodrigues Souza.Palavras de Pé Flávio para a Pastoral Familiar: "Não devemos ter medo de trabalho, mas ter serenidade para tal, pois, Deus estará sempre presente. É preciso edificar a família e estarmos unidos, pois os tropeços serão corrigidos ao longo do caminho. Todos os movimentos e serviços ligados à família devem auxiliar e promover a Pastoral Familiar".Ressaltamos também o apoio e incentivo do Pé José Luís de Gouveia que nos ajudou neste ano de 2006 a termos uma visão mais ampla e objetiva dos desafios e perspectivas da Pastoral famíliar, e nos levou a crer que como agentes da Pastoral Familiar devemos ter um tripé:oração, na busca de Deus.oração, na busca de nós mesmo.oração, na ação e no serviço eclesial.Enfim, queremos nessa história da caminhada da Pastoral Familiar na Diocese de Luz, agradecer a todos os padres, pois juntos nessa Ação Evangelizadora seremos uma Igreja que forma o Povo de Deus, Renova a Comunidade e Transforma a Sociedade.
Histórico elaborado pelo casal Tarcísio e Silvane com base nos livros de ata.