Inicio     Artigos   Atividades   Diversos    Link’s “Somos Igreja, Comunidades dos Discípulos em Missão 1903 - o então arraial do Aterrado recebe a visita pastoral do Arcebispo de Mariana Dom Silvério Gomes Pimenta, que  na ocasião nomeia o Pe Parreira que o acompanhava para permanecer no arraial e conduzir os trabalhos da pequena  paróquia.  1914 - Dom Silvério retorna ao arraial e demonstra a necessidade de dividir a arquidiocese de Mariana, criando uma  nova Diocese no oeste mineiro. Pe Parreira aceita o desafio de fazer de Aterrado sede da nova Diocese.  1918 – Em 08 de julho, após muito trabalho e dedicação, o papa Bento XV cria a Diocese do  Aterrado.  1920- assume os trabalhos da pequena diocese do Aterrado, Dom Manoel Nunes Coelho.  Com a comunicação difícil e recursos humanos e econômicos muito escassos, o processo de  evangelização contou com o admirável esforço missionário dos sacerdotes e de muitos leigos.  Destaca-se neste período, a novena de Nossa Senhora das Vitórias na intenção das vocações e os  retiros espirituais para homens e mulheres promovidos na cidade de Luz.  1960 - a Diocese do Aterrado passa a ser chamada oficialmente de Diocese de Luz. Ainda  em 1960, acolhemos Dom Belchior Joaquim da Silva Neto, que posteriormente é sucessor de  Dom Manoel. Após o Concílio Vaticano II suscita em nossa diocese a necessidade de  renovação, quando procurou se atualizar pastoralmente, sobretudo no que diz respeito à  Catequese e à participação mais efetiva dos leigos na Igreja.  Merece destaque também os novos rumos dados à Pastoral da Juventude, e o início das  Comunidades Eclesiais de base em algumas Paróquias. Surgem os primeiros ministros da Sagrada  Eucaristia e é levantada a Bandeira das Vocações.  1994 - Após o pastoreio de Dom Belchior e acolhendo a necessidade de melhor organização e  sistematização dos trabalhos pastorais, assume o rebanho da Diocese de Luz, Dom Eurico dos  Santos Veloso. Com este intuito foram se fortalecendo os Conselhos Paroquiais de Pastoral  (CPP), as confraternizações diocesanas e o trabalho da Pastoral Vocacional (ECVs e RAVS).  2000 - embalados pela canção “sozinho, isolado, ninguém é capaz”, acontece a I Assembléia  Diocesana, que definiu como lema motivador “Queremos ser uma igreja mais humana e  participativa”, destacando como prioridades a Pastoral de Conjunto, a Formação e a  Espiritualidade. 2001 – Assume provisoriamente a nossa diocese Dom José Martins da Silva, que  continua com passos firmes os trabalhos suscitados na I Assembléia Diocesana.  2003 - Diante dos projetos nascidos da I Assembléia Diocesana, bem como diante das novas  exigências da ação evangelizadora da Igreja do Brasil, e diante também de nossos novos  contextos sociais e eclesiais, recebemos o nosso atual Bispo Diocesano Dom Antônio Carlos  Félix, que convoca e preside a II Assembléia Diocesana, realizada em novembro de 2004.  Na II Assembléia fica definida como prioridades a formação integral de todos os  agentes de pastoral, a renovação da Igreja como rede de pequenas comunidades e a  presença profética e transformadora da igreja na sociedade. O lema motivador fica definido  como Queremos ser uma igreja que forma o povo de Deus, renova a Comunidade e  Transforma a Sociedade.  A partir da II Assembléia Diocesana, começam os trabalhos para o desenvolvimento do projeto de  evangelização  “Formamos a Igreja Viva”.  2008 – No quarto ano do projeto “Formamos a Igreja Viva”, jubilosos celebramos os 90 anos de nossa Diocese, 90  anos de graças, 90 anos de constante busca do Reino de Deus.  Os 90 anos de nossa Diocese, é representado pelo Logotipo que em sua  primeira parte apresenta um barco em movimento, que representa a Igreja  Diocesana. A rede lembra tanto as pequenas comunidades quanto a unidade da  ação evangelizadora concretizada no Plano Diocesano. Evoca, também, todas  as vocações originadas da graça batismal e testemunhadas em nossas  comunidades eclesiais, na força missionária do discipulado. Assim como o  mastro é suporte para a vela e para todo o barco, o báculo representa o Bispo  Diocesano, Pastor e animador da Igreja Particular. O verde claro é a cor da  Igreja Mãe, a Catedral Nossa Senhora da Luz, e sinal da esperança que emerge  de nossa caminhada eclesial.   A segunda parte é constituída pela palavra Luz, nome da Sede Episcopal, em forma de onda que lembra o mar. Situa-se aí o lugar da missão, realidade desafiadora que provoca a Igreja Diocesana a abraçar os diversos contextos da sua história. O azul escuro lembra a Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa, Senhora Peregrina que nos protege e caminha conosco rumo a águas mais profundas! Diocese de Luz, 93 anos formando a Igreja Viva.  Diocese